Feira Agroecológica e de Artesanato

A Feira Agroecológica e de Artesanato é uma iniciativa que promove o consumo consciente, o fortalecimento da economia solidária e a valorização de saberes tradicionais e sustentáveis. O evento reúne agricultores familiares, produtores agroecológicos e artesãos locais, oferecendo alimentos livres de agrotóxicos, produtos naturais, peças artesanais e manifestações culturais. A proposta busca estimular a alimentação saudável, o comércio justo e a geração de renda por meio da valorização da produção local e do empreendedorismo criativo. Além disso, a feira contribui para a construção de espaços públicos mais inclusivos, sustentáveis e participativos.

Objetivos

  1. Promover o consumo consciente e sustentável, incentivando a aquisição de produtos agroecológicos e artesanais.
  2. Valorizar a agricultura familiar e a produção local, fortalecendo a economia solidária e os pequenos produtores.
  3. Fomentar a geração de renda para agricultores, artesãos e empreendedores locais, com foco em práticas justas e sustentáveis.
  4. Incentivar a alimentação saudável, com a oferta de alimentos livres de agrotóxicos e produzidos de forma responsável.
  5. Resgatar e preservar saberes e culturas tradicionais, por meio da valorização do artesanato e da produção manual.
  6. Estimular a ocupação cidadã dos espaços públicos, promovendo integração social, diversidade e convivência comunitária.
  7. Contribuir para a educação ambiental e alimentar, sensibilizando o público sobre os impactos das escolhas de consumo.

Metodologia Adotada

1.Mapeamento e seleção de participantes Identificação de produtores agroecológicos, agricultores familiares, artesãos e coletivos locais interessados em expor seus produtos. 2.Definição de critérios de participação Estabelecimento de diretrizes com foco em sustentabilidade, produção artesanal, ausência de agrotóxicos e valorização cultural. 3.Planejamento logístico do espaço Organização da feira em ambiente acessível, com infraestrutura básica (barracas, energia, sinalização) e disposição adequada dos expositores. 4.Divulgação e mobilização social Ações de comunicação por meio de redes sociais, cartazes, rádio local e convites institucionais para atrair público e fortalecer a rede de apoio. 5.Realização periódica da feira Estabelecimento de uma frequência regular (mensal), permitindo previsibilidade e fidelização de público e expositores. 6.Avaliação participativa e melhoria contínua Coleta de sugestões de participantes e visitantes para aperfeiçoar a organização, ampliar a diversidade dos produtos e fortalecer a iniciativa.

Tecnologia Empregada

Canais digitais de divulgação. Utilização de redes sociais, aplicativo de mensagens e site institucional para promover a feira, divulgar os expositores e atrair o público.

Principais Resultados

  1. Fortalecimento da economia local Geração de renda para agricultores familiares, artesãos e pequenos empreendedores.
  2. Redução do uso de produtos industrializados e incentivo ao consumo saudável Aumento da oferta e do consumo de alimentos agroecológicos e produtos naturais.
  3. Valorização da cultura e dos saberes tradicionais Reconhecimento da produção artesanal e da diversidade cultural local.
  4. Engajamento da comunidade e ocupação positiva do espaço público Estímulo à convivência, integração social e participação cidadã.
  5. Ampliação da consciência socioambiental Maior sensibilização do público sobre sustentabilidade, consumo responsável e agricultura sustentável.
  6. Crescimento contínuo da feira Aumento no número de expositores, visitantes e apoio institucional a cada nova edição.
  7. Reconhecimento da iniciativa como boa prática sustentável Destaque em relatórios institucionais e alinhamento aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Lições Aprendidas

  1. A mobilização dos servidores é essencial.

O envolvimento ativo dos servidores do TCE-PA foi determinante para o sucesso e continuidade da feira.

  1. A diversidade de expositores enriquece o evento.

A presença de diferentes perfis de produtores (agroecológicos, artesãos, coletivos) torna a feira mais atrativa e inclusiva.

  1. Infraestrutura mínima faz diferença.

Espaços organizados, com barracas, energia e sinalização adequada, melhoram a experiência de expositores e visitantes.

  1. Avaliações participativas são fundamentais.

Ouvir expositores e público permite ajustar a feira continuamente e fortalecer a sensação de pertencimento.

Saiba mais

https://tcepa.tc.br/comunicacao/noticias/9066-feira-agroecologica-do-tce-pa-incentiva-bioeconomia-produzida-na-regiao-metropolitana-de-belem

https://drive.google.com/open?id=1f_ipr33bfq-7dclezbm1dibq69rqdjr1